Category: Geral

Mercúrio Retrógrado... o “day after”

02-11-07 | by Helena & Luís [mail] | Categories: Considerações, Geral

Depois e um longo e incómodo período de retrogradação, Mercúrio ficou finalmente directo. Até que enfim!

A retrogradação durou 20 dias e abarcou os signos de Escorpião e Balança (ver post sobre Mercúrio Retrógrado) e incluiu algumas configurações bastante difíceis.
Mas agora essa fase acabou, e temos de confessar que não deixou nenhumas saudades.
Para trás ficaram quase três semanas de confusão de toda a espécie: contratos que não se cumprem, e-mails que não chegam ao destinatário, visitas que não aparecem, computadores avariados, almoços cancelados à ultima hora, enfim, todo um infindável rol de problemas inexplicáveis, ligados sobretudo à comunicação.

Tudo isso está agora ultrapassado.
Mas atenção: um dos aspectos mais desagradáveis da fase retrógrada de Mercúrio é o “efeito day-after”, ou seja: problemas que surgem no período retrógrado mas que só se manifestam depois do planeta retomar o movimento directo. Por exemplo, só agora nos chega a conta da luz que ficou retida nos correios (e já pode estar fora de prazo), ou o sms desesperado daquele amigo com que combinámos um almoço na semana passada e a quem, por esquecimento, deixámos “pendurado” no restaurante…
Em suma, podemos descontrair-nos agora que o planeta das comunicações retomou o seu movimento directo, mas há que estar atento ao “ricochete”, não vá aparecer por aí alguma conta extraviada…

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A Lua vai alta…

27-01-07 | by Luis Ribeiro [mail] | Categories: Considerações, Geral

Uma curiosidade astronómica: quem for à janela na segunda-feira, por volta das 22 horas, poderá verificar que a Lua está posicionada mesmo por cima da sua cabeça. Com efeito, na noite de segunda para terça a Lua atinge uma das mais elevadas posições que pode ocupar no céu.
Isto deve-se à combinação de vários factores.
Por um lado, a Lua ingressa no signo de Caranguejo, no grau 0, onde atinge o seu ponto máximo de altitude em relação ao horizonte. Como este ponto do Zodíaco é o mais elevado no Hemisfério Norte, qualquer astro nele posicionado fará uma trajectória muito elevada na abóbada celeste. É neste ponto que o Sol se encontra no solstício de Verão, que marca o dia mais longo do ano.
Por outro lado, isto ocorre praticamente no momento em que atinge o Meio-do-Céu (em Portugal), que é o ponto mais elevado do seu percurso diário.
Para além destes dois factores, conta-se ainda o facto de a Lua ter com uma latitude de 5ºN02’ (muito perto do seu máximo, que é 5º18’), aproximando-se ainda mais do zénite.

Este facto, que não tem consequências astrológicas particularmente relevantes, é no entanto um fenómeno interessante para aqueles que, como nós, gostam de observar os movimentos dos astros.

Tempo de Alegria

08-09-06 | by Luis Ribeiro [mail] | Categories: Geral

O mês de Setembro é para nós um tempo de grande satisfação: reencontramos os nossos alunos, retomamos as aulas e iniciamos mais um ano lectivo cheio de actividades.
Temos também a alegria de ver que o programa curricular da Academia continua a servir de base a muitos dos cursos de Astrologia deste país.
É bom ver que agora já há a nobre preocupação de dar certificados e diplomas!
E até há módulos diferenciados…e exames… que bom, que idéia original!
Alegra-nos constatar que o vocabulário dos astrólogos se enriqueceu com palavras como “tradição” e “investigação”…

Enfim, é bom ver que o nosso trabalho é adoptado entusiasticamente e que olhos atentos procuram captar tudo o que fazemos de melhor…
A todos estes colegas o nosso muito obrigado.

Plutão despromovido

26-08-06 | by Luis Ribeiro [mail] | Categories: Geral

Plutão foi reclassificado e já não é um planeta.
Agora o sistema solar só tem oito planetas.

De que forma isto afecta a Astrologia? Não afecta.

O núcleo interpretativo da Astrologia opera, na verdade, apenas com cinco planetas – Mercúrio, Vénus, Marte, Júpiter e Saturno – para além do Sol e da Lua. Estes são os corpos celestes visíveis, aqueles que usaríamos se tivéssemos de traçar um mapa astrológico sem o auxílio de qualquer tecnologia (neste caso, computadores e telescópios). Foram usados pelos astrólogos do passado, durante milénios, para fazer interpretações cuja objectividade e precisão ainda hoje nos deslumbra.

Neste contexto, os argumentos sobre a reclassificação de Plutão, sejam a favor ou contra, tornam-se irrelevantes. Trata-se aliás de uma classificação que segue critérios astronómicos, e que, nessa perspectiva, faz todo o sentido.

E para aqueles que alegam que a “perda” de Plutão implica uma diminuição do simbolismo astrológico, recordamos que a Astrologia tem funcionado perfeitamente, desde há milénios, sem este planeta. Os conceitos de morte, renascimento, transformação e sexualidade, popularmente atribuídos a Plutão, já existiam no sistema astrológico muito antes de 1930, data da descoberta oficial de Plutão.
Assim, a morte é associada à Casa VIII e a Saturno; o renascimento está naturalmente ligado aos ciclos do Sol e da Lua, enquanto a sexualidade está ligada a Vénus. Quanto à transformação, trata-se de uma espécie de eufemismo para fugir à ideia de morte, que tanto assusta a sociedade actual.

A reclassificação de Plutão não é, portanto, um problema para quem conheça realmente Astrologia. O grande problema é que muitos dos actuais astrólogos são incapazes de fazer uma interpretação consistente e prática, recorrendo aos planetas clássicos (os que são visíveis); preferem, em vez disso, fazer dissertações fantasistas, baseadas nos três planetas lentos (Urano, Neptuno e Plutão).

Numa fase em que assistimos ao aparecimento de tantos novos corpos celestes no sistema solar, é talvez altura dos astrólogos ponderarem sobre o verdadeiro papel destas novas “aquisições” na interpretação astrológica. Há que estabelecer um padrão baseado em critérios astrológicos, de acordo a lógica do próprio sistema.

Mas para fazer isto é preciso saber Astrologia…

Astrologia e entretenimento

21-07-06 | by Luis Ribeiro [mail] | Categories: Geral

Por alturas do Verão ficamos sempre impressionados com o número de actividades supostamente astrológicas anunciadas na Internet. A pretexto da Astrologia, os organizadores desdobram-se nas mais diversas propostas lúdicas: ele é a excursão a um qualquer destino turístico, ele é a ida em grupo ao cinema, ele é a festarola ao ar livre, ele é a meditação com comes-e-bebes … Enfim, um sem-número de actividades que usam a Astrologia como chamariz, mas que de astrológico têm muito pouco.

Obviamente, não temos nada contra o Verão, nem contra o ar livre, nem contra a meditação. Também não temos nada contra o cinema, nem contra as saídas com os amigos. Gostamos destas coisas e achamos muito bem que todos as desfrutem. Achamos é escusado que usem a Astrologia como justificação. É certo que muitos desses eventos convidam os participantes a levar os seus mapas, para poderem estudá-los. Mas, na verdade, os únicos momentos “astrológicos” ocorrem quando os participantes, de mapa em punho, fazem perguntas do tipo “então o meu signo é bom ou mau?” ou “qual é o signo que combina com Capricórnio?”… O facto é que nestas actividades a Astrologia é mencionada apenas porque lhes confere alguma dignidade e atrai mais gente. Só por isso.

O problema é que tudo isto prejudica a Astrologia. Usá-la como desculpa para excursões e festarolas é rebaixá-la, conferir-lhe um estatuto muito inferior ao que merece, esvaziá-la de profundidade e de dignidade. E o mais triste é que os promotores deste achincalhamento são os próprios “astrólogos”, e – pior ainda – dizem estar a trabalhar em prol da divulgação.
Antes de divulgar há que saber distinguir: entretenimento é uma coisa, Astrologia é outra. Não quer isto dizer que a Astrologia não seja interessante e divertida. É-o, de facto. Mas não é, nunca foi, superficial nem bacoca. O divertimento da Astrologia advém do estudo, da descoberta, da compreensão de verdades maiores. É um divertimento para pessoas inteligentes. Não o rebaixem, tornando-o num passatempo de tolos. Para estragar, já bem basta a televisão (os inenarráveis programas da manhã!…), as revistecas de signos, os horóscopos por sms… não precisam de vir também os astrólogos ajudar ao estrago.

Por estas e por muitas outras, a Astrologia é hoje vista como uma palermice, o passatempo de donas de casa (desesperadas?) e de jovens à procura de companheiro/a. Em circunstâncias tão adversas, a associação da Astrologia ao lazer torna-se desastrosa. E especialmente quando feita por pessoas que se intitulam astrólogos. Pois se os próprios astrólogos tratam a Astrologia com tanta displicência, como não a tratará o grande público?
E não nos digam que também se faz o mesmo com outras disciplinas, pois são casos totalmente diferentes. Veja-se por exemplo a Astronomia: como goza de um sólido estatuto académico, pode sem dano ser associada a actividades de Verão, como as observações com telescópio nas praias (muito interessantes, aliás); ou o caso da Matemática, que serve de base a jogos e competições de cariz pedagógico. Trata-se, repetimos, de disciplinas a que ninguém contesta o estatuto académico, pelo que a vertente lúdica não as diminui.
Nada disto, contudo, é aplicável à Astrologia, que já tem uma imagem de “tolinha”. Antes de brincar, é imperativo apostar na sobriedade, na coerência e na utilidade social.
Em suma: façam festas e excursões, vão ao cinema e à praia, divirtam-se à grande e muito bom proveito vos faça! Mas não misturem a Astrologia com tudo isso.

Astrologia e Previsão (2) – Então e o livre-arbítrio?

25-06-06 | by Luis Ribeiro [mail] | Categories: Geral

O tema da previsão, que abordámos num post anterior, gera sempre alguma agitação, sobretudo entre os que têm poucos conhecimentos de Astrologia Tradicional.
Entre os argumentos “clássicos” destaca-se o tão conhecido “a Astrologia não pode prever”, que abordámos anteriormente, e o não menos batido “a previsão é contrária ao livre arbítrio”. Apesar de já termos falado sobre o tema (no nosso primeiro livro “Vamos falar de Astrologia”), voltamos a mencioná-lo, face à insistência com que este argumento é invocado.

Em primeiro lugar, a questão não deve ser colocada em termos absolutos, mas em termos relativos. É um equívoco presumir que qualquer condicionamento impede o exercício do livre arbítrio e que, inversamente, o livre arbítrio anula todos os condicionamentos.
Na verdade, nada no ser humano é totalmente condicionado, da mesma forma que nada é totalmente livre. Por exemplo: sabemos que temos condicionamentos de ordem genética, educacional e sócio-económica. Sabemos que não podemos ultrapassar os certos limites físicos (voar, por exemplo), intelectuais (resolver problemas matemáticos à velocidade da luz) ou emocionais (privar-nos totalmente de interacção social). Contudo, nenhum destes condicionamentos nos retira o poder de escolha nem a liberdade de tomar as mais variadas decisões.

A previsão astrológica trabalha justamente com esta margem de escolha, fornecendo-nos indicações úteis e práticas sobre os limites naturais de uma determinada pessoa ou situação. Conhecendo esta dinâmica podemos decidir melhor. Assim, a previsão não só não diminui como até aumenta o livre arbítrio, pois permite escolhas mais esclarecidas.
Se, por exemplo, alguém quiser planificar as suas actividades ao longo do ano (investimentos, férias, etc.), pode querer saber de antemão se as suas finanças se manterão estáveis. Se a previsão astrológica indicar problemas nesta área, deverá desistir dos seus planos? Não necessariamente. É uma questão de planeamento: o conhecimento fornecido pelas previsões ajuda à gestão dos recursos e à escolha das épocas mais adequadas a cada actividade. Será isto uma limitação do livre arbítrio ou antes o uso inteligente de um conhecimento preditivo?

Podemos ainda comparar as previsões astrológicas às previsões meteorológicas. Os serviços meteorológicos dão-nos diariamente uma previsão (nem sempre muito acertada, há que dizê-lo…) sobre o estado do tempo nos dias seguintes. Apesar disso, não há memória de nenhum meteorologista ter sido alguma vez acusado de “tirar o livre arbítrio” a alguém.
Se o boletim prevê aguaceiros no dia em que tencionamos ir à praia, isso em nada diminui o nosso poder de escolha: continuamos a ser livres de ir à praia, independentemente da previsão. Contudo, se soubermos que pode chover, podemos trocar a praia por uma actividade mais adequada às condições climáticas – fazendo assim um uso inteligente da previsão.

A aplicação esclarecida e responsável das previsões astrológicas pode, portanto, ser de grande utilidade. Em contrapartida, a previsão taxativa, feita por pessoas de compreensão limitada e atitude dogmática, revela-se inútil e até prejudicial.

O valor da previsão depende da capacidade do próprio astrólogo. Um bom profissional (dotado de inteligência e de sólidos conhecimentos astrológicos) fará uma previsão sensata, contextualizada e com utilidade prática; um astrólogo amador (e muitos há que, apesar da auto-glorificação não passam de amadores) fará uma previsão inútil ou mesmo prejudicial.
Assim, antes de sairmos alvoraçadamente em defesa do livre arbítrio (que, de resto, nunca esteve ameaçado) devemos olhar para a qualidade de cada astrólogo e para o real valor dos conhecimentos que diz possuir.

Astrologia e Previsão

15-06-06 | by Luis Ribeiro [mail] | Categories: Geral

É actualmente aceite pela maioria dos meios astrológicos que o objectivo da Astrologia não é o de fazer previsões. Em vez disso, diz-se que apenas pode indicar probabilidades gerais, e mesmo assim com pouca precisão.
Por isso, será talvez surpreendente afirmarmos que a previsão constitui a própria essência da Astrologia. A chave desta aparente contradição reside numa compreensão clara do termo “previsão”. O que é, então, a previsão em Astrologia?

Um astrólogo que estuda um mapa natal e descreve a personalidade e os potenciais nele indicados, está de facto a “prever” como será o comportamento desse indivíduo. A própria interpretação é, portanto, uma forma de previsão.
Além disso, existem de facto técnicas preditivas específicas (que, a propósito, não são só os populares trânsitos e progressões) que, se correctamente entendidos e aplicados, permitem prever que áreas de vida e que potenciais estarão activos num dado momento. Ao contrário do que muitos afirmam, estas previsões podem ser bastante claras, constituindo-se portanto como auxiliares de grande utilidade. A precisão das previsões depende em larga escala da capacidade técnica e interpretativa do próprio astrólogo.

Assim, a Astrologia é uma arte preditiva por natureza. Na verdade, foi até criada para esse fim: no início estava vocacionada para previsões mais ligadas aos fenómenos naturais (meteorologia, colheitas, etc.), sendo mais tarde transportados para o panorama político e posteriormente para o individual. No entanto, a antevisão de eventos – seja a próxima colheita, o futuro do reino ou o destino de um indivíduo – foi sempre o seu objectivo.
Negar a previsão à Astrologia é negar a própria arte, passar ao lado da sua essência.

Contudo, a questão da previsão tem sido uma área-tabu para muitos “astrólogos”. Por não conseguirem obter bons resultados, muitos condenam a própria previsão, apontando-a como uma actividade “pouco espiritual”, supostamente antagónica ao livre-arbítrio. (voltaremos em breve a abordar esta questão)

Como é óbvio, a previsão, no sentido em que aqui a entendemos, é sempre pautada pelo bom-senso, pela lucidez e por um profundo respeito pelas pessoas e situações envolvidas. Não se trata de “adivinhar coisas” nem tão-pouco de fazer revelações bombásticas e assustadoras. Trata-se, em vez disso, de entender as fases de mudança indicadas no mapa, sua natureza e duração.

Há também que referir que a previsão deve ser de carácter puramente astrológico. As técnicas astrológicas tradicionais, quando devidamente entendidas, fornecem toda a informação necessária, sem que seja necessário recorrer à intervenção do “sobrenatural” (visões, intuições, canalizações, leitura de cartas de Tarot, etc.). Estas técnicas, não obstante o seu eventual interesse e validade, não fazem parte da Astrologia. A sua aplicação indiscriminada não contribui para melhorar a interpretação astrológica; pelo contrário, acrescenta-lhe uma nota de confusão desnecessária e mesmo prejudicial.

Astrologia para todos

03-06-06 | by Luis Ribeiro [mail] | Categories: Geral

Quando nos queixamos da falta de qualidade da Astrologia é frequente ouvirmos, em jeito de resposta, que “não há nada a fazer pois a Astrologia tem de ser para todos”.

Com esta tirada pretende-se calar os que apontam as falhas da Astrologia, como se esta suposta “universalidade” justificasse a baixa qualidade e a ausência de critérios. Fica subentendido que a qualidade não é desejável, pois torna a Astrologia mais complexa e, logo, menos “popular” – devemos, portanto, resignar-nos ao estado de mediocridade em que actualmente se encontra, a pretexto de torná-la acessível a mais gente.

Trata-se, como facilmente se compreende, de um completo disparate. Tão disparatado como afirmar que não se deve ensinar música erudita, pois assim a música deixa de ser “popular”. Na mesma ordem de ideias, também poderíamos exigir que a Matemática se limitasse à soma e à subtracção de números inteiros, porque as operações mais complicadas já não seriam “para todos”.

Esclareça-se a questão de uma vez por todas: a qualidade é sempre uma mais-valia, e como tal pode e deve ser procurada activamente. Mais: face ao actual estado de degradação da Astrologia, a exigência de qualidade é mais que uma opção, é um verdadeiro imperativo de consciência.
Não há qualquer vantagem em manter a Astrologia “simples e fácil” a pretexto de ser mais “popular”, quando esta popularidade é conseguida à custa de um decréscimo de qualidade.

Acresce ainda que a busca de qualidade não deixa ninguém de parte. Todos podem participar, pois todos têm a capacidade de fazer mais e melhor. O argumento de ser “para todos” é na verdade uma desculpa para esconder as falhas de conhecimento e evitar o esforço de melhorar.

Além disso, a Astrologia é de facto para todos – para todos os que se dispuserem a fazer o esforço necessário para estudar, aprender e aplicá-la com correcção e dignidade.

In principum…

03-06-06 | by Luis Ribeiro [mail] | Categories: Geral

A Astrologia é actualmente incompreendida e desrespeitada. Em vez de ser encarada como uma Arte Maior é vista como um passatempo de tolos. Isto deve-se não só a uma má vontade latente, que aliás sempre existiu, mas também a uma má imagem generalizada, transmitida por maus astrólogos.É por isso que nos sentimos motivados a publicar este blog. Não pouparemos críticas ao que considerarmos degradante para a prática astrológica, assim como não negaremos louvores ao que contribuir para a sua dignificação

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Primum Mobile

Primum Mobile é o impulso que faz girar a abóbada celeste no seu movimento diário, de Este a Oeste.
É o movimento primordial, que determina o dia e a noite – o nascimento e ocaso dos luminares, das estrelas e dos planetas.
É a primeira e mais evidente experiência da Astrologia.

Acompanhe connosco
o movimento dos céus!

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